quinta-feira, 24 de setembro de 2009
pequeno deus
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Filmes que verei no festival do Rio
Espaço de Cinema 1
16:30:00 hs
Aconteceu em Woodstock
Sábado - 26/09/2009
Estação Ipanema 1
15:15:00 hs
Um namorado para minha esposa
Domingo - 27/09/2009
Espaço de Cinema 1
17:00:00 hs
Distrito 9
Segunda - 28/09/2009
Est Vivo Gávea 2
15:20:00 hs
Brilho de uma paixão
Quinta - 01/10/2009
Espaço de Cinema 2
21:15:00 hs
Politist, Adjectiv
Sexta - 02/10/2009
Espaço de Cinema 1
23:45:00 hs
Black Dynamite
Sábado - 03/10/2009
Espaço de Cinema 2
12:15:00 hs
O mercado
Sábado - 03/10/2009
Espaço de Cinema 1
17:00:00 hs
Dia da transa
Domingo - 04/10/2009
Espaço de Cinema 1
17:00:00 hs
Tokio Tokio Tokio
Segunda - 05/10/2009
Leblon 1
16:30:00 hs
Conto dos 3 reinos
Terça - 06/10/2009
Espaço de Cinema 3
16:00:00 hs
Para quem você ligaria
Quarta - 07/10/2009
Odeon Petrobras
21:45:00 hs
Bastardos inglórios
domingo, 20 de setembro de 2009
sentimentos
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Poema número II
em me ter como segredo
só me solto é na pista
no resto eu tenho medo
e quando você desiste
de me ter em seus braços
me deixa supertriste
meu coração em pedaços
não há mais tempo pelo visto
nosso amor saiu de cena
não sei porque eu insisto
será que vale a pena?
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Poema número I
das coisas que sabia
cansei das cores tristes
da luz do fim do dia
acho que não sei
mais aquilo que queria
o futuro não mais existe
dentro de mim não cabia
tanta dor e toda a mágoa
dessas brisas desse vento
queria me perder na água
arriscar...será que tento?
Detalhes
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Instantes
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Resenha de 'The Piper at the Gates of Dawn'
1967 foi um ano seminal na história da música popular, espécie de ponto de inflexão para o qual não havia mais volta. A experimentação e a sofisticação haviam chegado de vez, tomando as paradas de sucesso de assalto. E isso gerou também uma mudança quanto ao modo de consumir música. Se antes era esperado que a próxima música de um artista soasse como a anterior, ou que os sucessos de antes remetessem ao sucesso passado, agora o público havia se habituado com a sensação de descontinuidade e a busca pela inovação pretendida por vários dos grandes astros da música pop. Que isso tenha começado pelo rock é mero detalhe: 5 anos mais tarde, a revolução já tinha pego a música negra americana de jeito e subvertido a fórmula de sucesso da Motown(embora já em 1967 possamos sentir esta mudança, por exemplo, com o desenvolvimento embrionário do soul psicodélico por parte de Norman Whitfield).
E, na penca de lançamentos posteriormente reconhecidos e celebrados como clássicos, encontramos o primeiro álbum do Pink Floyd, ainda comandado por Syd Barret. Se é o melhor álbum de 1967 é uma discussão tola(como quase todo rankeamento musical). Mas eu arriscaria dizer que é o disco com o maior número de idéias por segundo. Há aqui a vanguarda humorística de um Frank Zappa, como em ‘Pow R. Toc H.’ embora, diferente deste último, tudo soe muito natural e sem forçar a barra. E experimentações que antecedem as loucuras de um King Crimson, como na viajante ‘Interstellar Overdrive’. E, claro, há um clima alegremente hippie que nos remonta a um sentimento mais próximo da psicodelia, especialmente a partir da faixa 8. Mas não é um pop psicodélico como The Zombies, por exemplo. Ao contrário, é tudo muito fragmentado e, mesmo que no fim faça sentido, demora um tempo para juntar os cacos, e as pontes que juntam o pote quebrado enriquecem a música de uma forma surpreendente. É um disco sem concessões, ambicioso, que soa COMO se tivesse feito ontem, e para um disco lançamento há mais de 40 anos, isso é um elogio mais do que suficiente. É preciso celebrar também a ótima remasterização que o álbum sofreu quando do seu lançamento em cd. Um trabalho impecável à altura deste clássico inesquecível.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
ROCK'N'ROLL, ROCK ou MÚSICA? - parte 1
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Vida
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Uma pessoa
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Segundos
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Calçada
Receita
Quem tem medo dos Buzzcocks?
I bet that you love me like I love you
But I should know that gambling just don't pay
So I look up to the sky
And I wonder what it'll be like in days gone by
As I sit and bathe in the wave
of nostalgia for an age yet to come
I always used to dream of the past
But like they say yesterday never comes
Sometimes there's a song in my brain
And I feel that my heart knows the refrain
I guess it's just the music that brings
on nostalgia for an age yet to come
Ah nostalgia for an age yet to come
Nostalgia for an age yet to come
About the future I only can reminisce
For what I've had is what I'll never get
And although this may sound strange
My future and my past are presently disarranged
And I'm surfing on a wave of nostalgia
for an age yet to come
I look I only see what I don't know
All that was strong invincible is slain
Takes more than sunshine
to make everything fine
And I feel like I'm trapped
in the middle of time
With this constant feeling of
nostalgia for an age yet to come
Ah nostalgia for an age yet to come
About the future I only can reminisce
For what I've had is what I'll never get
And although this may sound strange
My future and my past are presently disarranged
And I'm surfing on a wave of
nostalgia for an age yet to come
I look I only see what I don't know
All that was strong invincible is slain
Takes more than sunshine to
make everything fine
And I feel like I'm caught
in the middle of time
And this constant feeling
of nostalgia for an age yet to come
Ah nostalgia for an age yet to come
Nostalgia for an age yet to come
Nostalgia for an age yet to come