quarta-feira, 4 de agosto de 2010

poesia experimental número 1

não, não quero saber as boas novas do dia
ainda não digeri as velhas verdades de outrora
de quando tudo era lucidez
e tanto me iludia
por pensar que
um momento
sabendo assim
das coisas que vi a
dos mares que nh m
do sol que me tinha
da carne que me prendia
e me sufocava
medeixavasemespaço













e o esforço que foi
trás pra tudo deixar pra
recomeçar de onde parei
de trazer tudo a tona
eu não queria mais tratar
das coisas que via por aí
=( da tristeza em todos os cantos =(
das esquinas que são encontro de ruas na solidão
das linhas paralelas que nunca se cortam
______________________________________________

e nunca se cruzam
não procriam
não fodem
______________________________________________
apenas sentem o cheiro
mais forte que o vômito
de quando a gente fala merda
e arrota arrogância

Nenhum comentário:

Postar um comentário